Dicas de Saúde

Dicas de Saúde

Obesidade e Tombose
Entenda a relação entre o excesso de peso e o transtorno cardiovascular que mais mata no mundo A doença, que é o terceiro transtorno cardiovascular que mais mata no mundo, pode levar à embolia pulmonar ? muitas vezes fatal. E, entre seus fatores de risco, está a obesidade. ?Estudos observacionais fornecem evidência forte e consistente para uma relação entre obesidade e o primeiro evento de trombose venosa. Como o número de pessoas obesas na população continua a aumentar, é provável que o fardo desse tipo de doença seja cada vez maior?, alerta a Dra. Audrey Krüse Zeinad Valim, especialista em hematologia que integra o corpo clínico do Laboratório Alvaro. De fato, só no Brasil, são 60 milhões de pessoas acima do peso (das quais 25 milhões estão obesas), o que nos coloca no quinto lugar no ranking mundial da obesidade. A TVP ? Trombose Venosa Profunda (formação de um coágulo de sangue em uma veia profunda) e sua complicação mais grave, a embolia pulmonar (TEP ou tromboembolismo pulmonar) ? quando o coágulo se solta e acomete a circulação pulmonar ?, compõem a causa mais comum e evitável de morte hospitalar. O risco de trombose venosa aumenta proporcionalmente, de maneira crescente, com o índice de massa corpórea e também está associado com a maioria das outras medidas de sobrepeso e obesidade, como a circunferência abdominal e o peso corporal?, explica a médica. Somente nas duas últimas décadas que o link entre obesidade e as duas doenças foi observado. ?A maioria dos estudos observacionais tem demonstrado um risco aumentado de 2 a 3 vezes para TVP em indivíduos obesos, quando comparado a indivíduos de peso normal (IMC < 25 kg/cm²), sendo o risco de trombose venosa em obesos mórbidos (IMC > 40 kg/cm²) ainda maior. A incidência média de trombose venosa profunda na população é de 1/1.000 habitantes, e pode variar de acordo com a idade, sexo e outras condições associadas?, diz a Dra. Audrey. Além disso, pessoas obesas são mais propensas do que pessoas magras para desenvolver doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares arteriais (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico) e vários tipos de cânceres ? todas condições que também podem predispor o paciente ao risco de trombose venosa.
PEIXE RICO EM GORDURA DIMINUI RISCO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
Estudo publicado no “British Medical Journal” O consumo de duas refeições de peixe com elevado teor de gordura, por semana, reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Contudo, os suplementos de óleo de peixe não apresentam um efeito semelhante, sugere um estudo publicado no “British Medical Journal”. Estudos anteriores já tinham constatado que o consumo regular de peixe e de ácidos gordos ómega 3 estava associado a uma diminuição do risco de doença coronária. Na verdade, é recomendado o consumo de duas refeições de peixe com elevado teor de gordura, como a sardinha ou a cavala, por semana. Mas até à data ainda não era claro qual o impacto deste tipo de alimentos no AVC. De forma a tentar clarificar este tema, uma equipa de investigadores internacional analisou os resultados de 38 estudos que envolveram a participação de cerca de 800.000 indivíduos oriundos de 15 países. Os participantes foram convidados a preencher questionários para avaliação do consumo de ácidos gordos ómega 3 e peixe. Tendo em conta vários fatores de risco, o estudo apurou que os indivíduos que consumiam duas ou mais refeições de peixe, por semana, tinham um risco 6% inferior de vir a sofrer um AVC do que aqueles que ingeriam uma ou menos refeições por semana. Os participantes que faziam cinco ou mais refeições de peixe apresentavam um risco 12% inferior de vir a desenvolver esta doença. Um aumento de duas refeições de qualquer tipo de peixe, por semana, foi também associado a uma diminuição de 4% do risco de AVC. Por outro lado, foi verificado que o consumo de ácidos gordos ómega 3 ou de suplementos de óleo de peixe não estavam associados a uma redução do risco de AVC. De acordo com os investigadores, este efeito benéfico que o consumo de peixe tem na saúde vascular pode ser explicado por várias razões. Este pode dever-se às interações entre uma vasta gama de nutrientes, como vitaminas e aminoácidos essenciais, habitualmente presentes no peixe. Por outro lado, o consumo de peixe poderá conduzir à diminuição da ingestão de outros alimentos, como carne vermelha, que são determinantes na saúde vascular. A ingestão de peixe pode ser ainda um indicador de uma dieta mais saudável e de um nível socioeconómico mais elevado, duas condições associadas a uma melhor saúde cerebrovascular.
VITAMINA B2
Vitamina B2 também chamada como riboflavina é uma substância determinante para o crescimento, para o sistema respiratório e para os processos oxidativos. A deficiência dessa vitamina provoca inflamações na boca, cansaço, sensibilidade visual, fadiga, falta de energia e anemia. Outros sintomas da carência de vitamina B2 é a coceira e a descamação da pele. O tratamento dos sintomas baseia-se na administração de suplementos vitamínicos, e com uma alimentação variada. Fontes Alimentares de vitaminas B2 • Leite e os seus derivados; • Queijo; • Carne; • Ovos; • Vegetais de folhas verdes; • Grãos de cereais; Sintomas: A falta de vitamina B2 (riboflavina) provoca os seguintes sintomas: • Inflamações na boca (língua vermelha e ferida no canto da boca); • Cansaço; • Sensibilidade visual; • Falta de energia; • Anemia; • Coceira na pele; • Descamação na pele; • Vascularização da córnea; • Sensação de frio ou dor nas extremidades do corpo; Benefícios da Vitamina B2: Os principais benefícios da vitamina B2 (riboflavina) são: • Determinante no crescimento e reprodução; • Fortalece os cabelos, unhas e a pele; • Acelera a cicatrização de lesões; • Beneficia a visão; • Alivia o cansaço dos olhos; • Metaboliza carboidratos, gorduras e proteínas; Consulte seu médico e solicite uma dosagem de vitamina B2. É um exame simples de sangue. No laboratório barralab você faz!
Exame Toxicológico de Larga Janela de Detecção em Cabelo (TOXCB)
Informamos que já está disponível em nosso Laboratório o Exame Toxicológico no Fio de Cabelo. Este exame tem a capacidade de detectar até 14 (quatorze) tipos diferentes de drogas, dentre elas a Maconha e derivados (Skunk, Haxixe, etc), Cocaína e derivados (Crack, Merla, etc) Ecstasy e derivados (MDMA< MDA, MDE, etc), Anfetaminas e Metanfetaminas ( Speed, Ice, etc), Heroína, Morfina, Codeína, Oxicodine, Hidrocodona, Hidromorfina, PCP, etc.